Em Belém, Google lança plataformas ligadas à sustentabilidade e combate às mudanças climáticas na Amazônia

Richard Kill
Richard Kill
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Evento apresentou, entre outros lançamentos, uma nova tecnologia que vai detectar a origem da madeira aliando bioquímica e inteligência artificial, a fim de emitir alertas de ilegalidades ambientais.

Belém recebeu nesta terça-feira (4) o evento “Sustentabilidade com o Google-Amazônia”. A empresa anunciou doação de R$ 7,9 milhões para apoiar projetos de preservação ambiental, realizados em parceria com organizações não governamentais, institutos de pesquisa e comunidades da Amazônia.

A programação discutiu o apoio de tecnologias digitais no combate ao desmatamento da floresta e apresentou novas ferramentas, que podem ajudar entidades que atuam contra a exploração ilegal do meio ambiente no bioma amazônico.

Novas plataformas foram anunciadas, como o projeto “Digitais da Floresta”, um rastreador da origem de madeira.

Em parceria, incluindo a ONG The Nature Conservancy (TNC) e a Universidade de São Paulo (USP), a nova tecnologia de rastreio, e que futuramente deve se tornar um aplicativo de livre acesso, alia bioquímica e inteligência artificial para emitir alertas de ilegalidades ambientais a partir do “DNA” da madeira.

Além do presidente executivo do Google no Brasil, Fábio Coelho, participaram ambientalistas, representantes de comunidades indígenas e quilombolas, além de autoridades do Pará, incluindo o governador Helder Barbalho.

Entre as iniciativas apresentadas, estão ainda ferramentas de alerta de enchentes em território ribeirinhos, de detecção de focos de incêndio e desmatamento, e também apoio a criadores de conteúdos no Youtube, que falam sobre as mudanças climáticas, e ao empreendedorismo de mulheres indígenas.

Outro lançamento foi uma página especial do Google Trens com dados em tempo real sobre as pesquisas do tema meio ambiente, Amazônia e outros assuntos relacionados às mudanças climáticas e sustentabilidade.

A página aponta que as buscas pelo termo Amazônia, por exemplo, subiram mais de 80% nos últimos 10 anos; no mundo, a alta passou de 40%, segundo o Google.

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